Rander

:. Desenvolvimento ágil

Monday, July 30, 2007

Entrevista com Alisson Vale na Série Experiências Ágeis.

O Vinícius Teles, da Improvet(http://www.improveit.com.br), acabou de publicar o 13º Improvecast, entrevistando Alisson Vale, Diretor da Phidelis Tecnologia e Líder de Projeto do Phidelis Acadêmico. Alisson utiliza XP desde 2003 e liderou a construção de um sistema web bastante grande, completamente desenvolvido em XP. Essa é uma das entrevistas mais notáveis até o momento, na Série Experiências Ágeis, já que aborda a utilização de XP, com sucesso, durante os últimos quatro anos.

Esses foram alguns dos assuntos tratados no podcast:

* O que é a Phidelis Tecnologia?
* Em que áreas ela atua?
* Como foi seu primeiro contato com o XP?
* Qual foi sua impressão inicial sobre o XP?
* Quais foram os principais benefícios que você identificou no XP,
assim que começou a trabalhar com ele?
* Que práticas você utilizou no seu primeiro projeto XP e quais
ficaram de fora?
* O que é o Phidelis Acadêmico?
* Você poderia falar um pouco mais sobre as funcionalidades do Phidelis?
* Você poderia falar um pouco sobre o ambiente de desenvolvimento?
* Qual o tamanho da equipe?
* Como as abordagens ágeis vêm sendo usadas no desenvolvimento do Phidelis?
* Qual o tamanho das iterações durante o desenvolvimento do Phidelis?
* Qual o tamanho das iterações atualmente?
* Qual foi a prática mais fácil de adotar?
* Qual foi a mais difícil e por que?
* Como vocês fazem a estimativa das histórias?
* Como vocês configuraram o ambiente visual e informativo de vocês?
* Quais os gráficos que vocês utilizam para acompanhamento do projeto?
* Por que vocês trabalham com dois stand up meetings?
* Como utilizam a prática de desenvolvimento orientado a testes?
* Como os eventuais bugs são tratados?
* Como vocês têm utilizado a programação em par?
* Como é feito o processo de integração contínua?
* Como vocês utilizam retrospectivas durante o desenvolvimento?
* Como vocês lidam com solicitações de diferentes clientes de um mesmo produto?
* Como isso é tratado com esses clientes do ponto de vista contratual?
* Qual o uso que vocês fazem do wiki no projeto?
* E o blog interno, qual o propósito dele?
* Como foi o processo de convencer seu cliente inicial e sua equipe a utilizarem o XP?
* Quais foram as principais dificuldades que você enfrentou?
* Como é o relacionamento dos membros da equipe, com o uso do XP?
* Como é o relacionamento com os clientes?
* No início do ano você fez o treinamento de Certified Scrum Master. A partir do treinamento, e do que você aprendeu sobre Scrum, quais os aspectos que você considera novos, em relação ao que você já vinha utilizando em XP?
* Antes de fazer o curso você sabia o que realmente significava ser um Certified Scrum Master? A certificação correspondeu a suas expectativas?
* Quais são seus planos para o futuro em relação ao Phidelis e às abordagens ágeis de desenvolvimento?

posted by Rander Castro at 5:43 am  

Friday, July 27, 2007

Primeira versão da revista Visão Ágil.

Saudações amigos,

É com grande alegria que parabenizo os responsáveis pela primeira publicação da revista visão ágil, voltada ao publico de desenvolvimento ágil, a revista está disponível atravez do link http://www.visaoagil.com, faça seu cadastro em nosso grupo livre de leitores, e está livre para baixar o arquivo PDF, contendo essa edição número 01 desse novo canal de conhecimento sobre processos ágeis.
Parabéns a todos os colaboradores desta revista.

posted by Rander Castro at 9:33 am  

Friday, July 27, 2007

Semana Ágil

Atenção Gerentes de Projetos e ScrumMasters!
Semana ágil para desenvolvimento de software.

Mais informações no link abaixo:
http://www.gestaoagil.com/agileweek/index.html

posted by Rander Castro at 9:27 am  

Sunday, April 15, 2007

Metodologia de desenvolvimento ágil. O principal de seus benefícios.

Desde que iniciei em minha vida profissional, tenho notado que nada é pior do que ficar desenvolvendo um software sem que as pessoas envolvidas neste processo saibam ou pelo menos tenham o gostinho dele no ar, pois, as metodologias tradicionais de desenvolvimento emperram a entrega parcial do produto. A medida que o tempo vai passando, a motivação da equipe vai diminuindo e de quebra a produtividade. O software a ser construído passa a ser um pesadelo interminável. Ao passo que a entrega parcial do software vai sendo feita, a motivação da equipe é ativada e prontamente estão áptos a enfrentarem o desafio de uma nova entrega. Nada como vitórias como esta, para que possamos querer vencer outras e outras etapas, afinal, ficar no 0 x 0 não dá.

E para não me deixar mentindo sozinho, o Adail Muniz Retamal(Heptaman - Heptagon http://www.heptagon.com.br/) gentilmente traduziu o fragmento abaixo, retirado do grupo: Agile Management, criado por David Anderson

“Aqui vai o livro de respostas definitivas sobre as iterações e
releases da FDD…

A FDD herda do Método Coad e das recomendações do Peter [Coad] de que software é liberado a cada 3 meses ou menos. A razão para isso é que o executivo com o dinheiro tem que mostrar aos seus colegas e chefes (o comitê e os acionistas) que ele fez algo util com o dinheiro. A tolerância aqui é tipicamente de um trimestre do calendário.

A FDD utiliza um mecanismo de lote de features para o trabalho-em-progresso, que é conhecido como PTPC - Pacote de Trabalho do Programador-Chefe (CPWP - Chief Programmer Work Package), “inventado” por Stephen Palmer. Um lote de features deve ser completado em 2 semanas ou menos. A razão para isso veio da 1ª Lei da Engenharia de Software, de Jeff De Luca: “São 20% tecnologia e 80% psicologia”.

Jeff aprendeu muito com os escritos de Jerry Weinberg e Fred Brooks. Os desenvolvedores ganham uma injeção de endorfina - eles sentem prazer - por completar o trabalho e por saber (através de testes) que ele funciona. Jeff acreditava que, psicologicamente, uma equipe precisava de injeções de endorfina mais regularmente do que a cada 10 dias, para ficarem motivados e produtivos. Os lotes de features (PTPCs - CPWPs em inglês) são “promovidos para o build”, o que implica que eles são rotulados no sistema de CM (Configuration Management) para que o departamento de QA (Quality Assurance) possa baixar o código para testar. Conseqüentemente, os PTPCs não são “liberados” no mesmo sentido da XP, mas são liberados para o QA testar a cada duas semanas ou menos.

Em um projeto recente no qual participei, o ciclo de release era a cada 7 semanas, e o tempo médio de entrega por feature, isto é, o tempo médio de projeto e construção do PTPC, era de 5 dias úteis.”

David J. Anderson

posted by admin at 6:56 am  

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